Atendemos os 18 distritos do continente e as Regiões Autónomas dos Açores e da Madeira.

Seguro de mota e scooter nos 18 distritos do continente e nas Regiões Autónomas

Seguro moto: peça a um mediador do seu distrito que reveja a proteção de quem conduz.

O seguro moto obrigatório é a mesma responsabilidade civil de qualquer veículo a motor, e vale também para ciclomotores. Paga os danos que causar aos outros, mas não os seus ferimentos quando a culpa é sua, nem a própria mota. Na renovação, é a proteção do condutor, do equipamento e contra o furto que merece uma segunda leitura.

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Pedir a um mediador que reveja o seguro da minha mota

Quatro perguntas sobre a mota e a forma como a usa. Sem matrícula nem NIF nesta etapa.

1. A mota
2. Quem conduz e o seguro atual
Onde o mediador o pode contactar
Aceitamos números de Portugal e de outros países.
Serve para encaminhar o pedido para o mediador do seu distrito.
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  • Encaminhado para o mediador do seu distrito
  • Dados nunca revendidos
  • Não é partilhado com várias empresas
  • Pedido gratuito e sem compromisso
  • Números de Portugal e do estrangeiro
  • 18 distritos, Açores e Madeira

Em resumo

  • Motociclos e ciclomotores estão sujeitos ao mesmo seguro obrigatório de responsabilidade civil que os carros.
  • Andar de mota sem seguro dá coima de 500 € a 2 500 €, além de inibição de conduzir e apreensão.
  • O obrigatório não indemniza os ferimentos de quem conduz quando é o responsável pelo acidente.
  • Acidentes pessoais, equipamento e furto são coberturas facultativas, contratadas à parte.
  • Cilindrada, anos de carta de mota e uso sazonal mudam a proposta que o mediador apresenta.
  • Trotinetes elétricas equiparadas a velocípedes não têm seguro obrigatório.

O que é o seguro moto e o que o distingue do seguro de um carro

O seguro moto é o seguro automóvel aplicado a motociclos, scooters e ciclomotores. A parte obrigatória é igual à de um carro: responsabilidade civil, regulada pelo Decreto-Lei n.º 291/2007, que abrange os veículos de duas rodas pelo artigo 1.º-A. O que muda é o risco: numa mota, quem mais se magoa num acidente é normalmente o próprio condutor.

Num carro, a carroçaria, os cintos e os airbags absorvem boa parte de um embate. Numa mota, a proteção é o capacete, o casaco e as luvas. Por isso, as perguntas que interessam na renovação são outras: quem paga os tratamentos se cair sozinho numa curva, quem substitui um capacete que custou caro e o que acontece se a mota desaparecer da rua durante a noite. Nenhuma destas situações é resolvida pelo seguro obrigatório.

Motociclo
Veículo de duas rodas, com ou sem carro lateral, acima dos limites de cilindrada e velocidade de um ciclomotor.
Ciclomotor
Veículo de duas ou três rodas de pequena cilindrada, como as scooters de 50 cm³, também obrigado a seguro.
Cilindrada
A capacidade do motor, em cm³; um dos primeiros dados que a seguradora pede para avaliar o risco.
Equipamento do motociclista
Capacete, casaco, calças, luvas e botas de proteção, que uma cobertura própria pode indemnizar.
Motociclista a retirar o capacete ao lado da mota estacionada numa rua

O obrigatório e as facultativas: o que cada uma resolve

No seguro moto, só a responsabilidade civil é obrigatória, com os mesmos capitais mínimos de um carro: 6 450 000 € por acidente para danos corporais e 1 300 000 € para danos materiais (Decreto-Lei n.º 291/2007, artigo 12.º). As restantes coberturas são facultativas e, numa mota, algumas pesam mais do que num automóvel. A tabela mostra porquê.

Coberturas do seguro de mota e o motivo por que contam nas duas rodas
CoberturaObrigatória?Porque pesa numa mota
Responsabilidade civilSimIndemniza peões, outros condutores e o passageiro pelos danos que o motociclista provocar.
Acidentes pessoais do condutorNãoÉ a única forma de o condutor responsável receber uma indemnização pelos seus próprios ferimentos.
EquipamentoNãoCapacete e roupa de proteção podem ficar inutilizados mesmo numa queda ligeira.
Furto ou rouboNãoUma mota é mais fácil de levar do que um carro, sobretudo quando dorme na rua.
Danos própriosNãoPaga a reparação da mota após queda ou colisão com culpa, conforme a apólice.
Assistência em viagemNãoReboque de uma mota avariada ou acidentada, que não pode ser empurrada para casa.

O que o mínimo legal paga e onde para está explicado em o seguro automóvel contra terceiros e os seus limites. Para a decisão entre ficar só com o obrigatório ou juntar outras coberturas, o ponto de partida é o guia do seguro automóvel na renovação.

Proteção do condutor de mota: o que o seguro obrigatório não paga

A proteção do condutor é o ponto fraco do seguro moto que só tem o obrigatório. O artigo 14.º do Decreto-Lei n.º 291/2007 exclui os danos corporais do condutor que causou o acidente, e o n.º 4 exclui os danos no próprio veículo. Numa queda sozinho ou com culpa, o motociclista fica sem indemnização pelos ferimentos, pela mota e pelo equipamento.

O obrigatório paga

  • Os ferimentos do peão ou do condutor atingido
  • Os estragos no carro ou no muro em que bateu
  • As lesões de quem vai no lugar de trás, em regra

Fica por conta do condutor responsável

  • Os seus tratamentos, a incapacidade e os dias sem trabalhar
  • O capacete, o casaco e as luvas estragados na queda
  • A reparação ou a perda da própria mota

O capacete homologado, bem ajustado e apertado, é obrigatório no Código da Estrada para quem conduz e para quem vai de passageiro numa mota ou num ciclomotor. Uma cobertura de equipamento não substitui essa obrigação: indemniza o que se estragou, dentro do limite da apólice. Pergunte ao mediador se o limite chega para o equipamento que realmente usa.

Furto e roubo de motas e scooters: o que conta para o seguro

A cobertura de furto ou roubo de uma mota é facultativa e paga, dentro do valor seguro, quando a mota é levada ou danificada numa tentativa de a levar. Como uma mota se carrega para uma carrinha em segundos, as seguradoras fazem mais perguntas sobre onde fica à noite e que proteções tem, e as respostas pesam na aceitação.

  • Onde a mota dorme

    Garagem fechada, parque do prédio ou rua: declare a situação habitual, não a do melhor dia.

  • Proteções antifurto

    Algumas apólices pedem cadeado, alarme ou localizador e podem recusar se não estiverem instalados.

  • Acessórios e malas

    Topcase, escape ou GPS montados depois da compra só contam se estiverem declarados na apólice.

Em caso de furto, a participação às autoridades é o primeiro passo, e a seguradora costuma pedir as chaves e os documentos da mota. A forma como o valor seguro desce com os anos, e o que recebe numa perda total, está desenvolvida em seguro com danos próprios: valor seguro e franquias.

Cilindrada, carta e uso sazonal na proposta

A proposta de seguro moto depende de três dados que o mediador pergunta logo no início: a cilindrada, há quanto tempo o condutor tem carta da categoria e se a mota anda todo o ano ou só em certos meses. Não há uma regra legal que fixe como cada seguradora os pesa; cada uma aplica a sua tarifa.

Cilindrada e potência

Uma scooter urbana e uma desportiva de grande cilindrada chegam a velocidades e valores de reparação muito diferentes.

Anos de carta de mota

A experiência nas duas rodas conta à parte: anos de carta de carro não dizem nada sobre saber inclinar numa curva.

Uso sazonal

Suspender ou reduzir o seguro nos meses parados depende do que cada seguradora aceita no contrato.

Enquanto a mota circular, a responsabilidade civil tem de estar em vigor, sem exceção para os meses frios. Quem só a tira da garagem no verão deve perguntar ao mediador se a seguradora tem uma solução para os meses parados, em vez de deixar a apólice cair e ter de a refazer. Se é a primeira mota e a carta é recente, o que pesa nos primeiros anos está explicado em seguro para quem tem carta há pouco tempo.

Motas usadas em entregas: o uso profissional tem de estar na apólice

Uma mota usada para entregas pagas tem um risco diferente de uma mota de passeio: mais quilómetros, mais horas em cidade, pressa. O dever de declarar esse uso vem do Regime Jurídico do Contrato de Seguro, artigo 24.º. Se for escondido, a seguradora pode recusar ou reduzir as coberturas do próprio segurado, embora as vítimas continuem a ser indemnizadas.

  1. Diga para que usa a mota

    Entregas de refeições, encomendas ou outro serviço pago: o mediador precisa de saber antes de pedir propostas.

  2. Confirme os condutores

    Se outra pessoa faz turnos com a mesma mota, também tem de estar declarada na apólice.

  3. Trate da sua proteção pessoal

    Uma queda em serviço é também um acidente de trabalho, coberto por outro tipo de seguro.

Se a omissão for intencional, o contrato é anulável (Decreto-Lei n.º 72/2008, artigo 25.º); se for por negligência, um sinistro pode ser pago só em proporção (artigo 26.º). Quem trabalha por conta própria encontra o seguro que protege o próprio estafeta em acidentes de trabalho para trabalhadores independentes. A mesma questão de uso profissional, aplicada ao transporte de passageiros, está em seguro automóvel para motoristas TVDE.

Dúvidas de quem renova o seguro da mota

Respostas curtas. O que a sua apólice cobre ao certo, o mediador confirma consigo.

Uma scooter de 50 cm³ também precisa de seguro?

Precisa. Os ciclomotores estão abrangidos pelo mesmo regime do seguro obrigatório que as motas e os carros (Decreto-Lei n.º 291/2007, artigo 1.º-A). A cilindrada pequena não dispensa a responsabilidade civil.

Qual é a coima por andar de mota sem seguro?

Para um motociclo, a coima vai de 500 € a 2 500 € (Código da Estrada, artigo 150.º). A infração é grave, pode levar à inibição de conduzir de um mês a um ano e a mota fica apreendida até existir seguro.

O seguro da mota cobre a pessoa que vai no lugar de trás?

Em regra, sim: o passageiro é um terceiro para a responsabilidade civil, e a exclusão da lei atinge o condutor responsável. Para uma indemnização fixa, independente da culpa, existe a cobertura de ocupantes.

Se um carro me atirar ao chão, quem paga o capacete e o casaco?

Se o condutor do carro for o responsável, o seguro dele indemniza os seus danos, incluindo o equipamento. Se a culpa for sua ou se cair sozinho, só uma cobertura facultativa de equipamento o faz.

Posso cancelar o seguro da mota no inverno e voltar a fazê-lo na primavera?

Sem seguro, a mota não pode circular. Antes de anular a apólice, pergunte se a seguradora permite suspender ou reduzir coberturas nos meses parados, porque deixar a apólice cair obriga a fazer um contrato novo, com as condições de aceitação desse momento.

Faço entregas com a minha scooter. Tenho de avisar a seguradora?

Tem. O uso em entregas pagas altera o risco e tem de ser declarado. Sem essa informação, a seguradora pode recusar ou reduzir as coberturas que o protegem a si, mesmo pagando aos terceiros lesados.

As trotinetes elétricas precisam de seguro?

As trotinetes equiparadas a velocípedes, até 0,25 kW e 25 km/h, não têm seguro obrigatório, segundo a ANSR. Acima desses limites não podem circular na via pública (Código da Estrada, artigo 112.º). Um seguro facultativo de responsabilidade civil continua a ser uma opção.

Vai comprar uma mota? Fale com um mediador antes de fechar negócio.

A cilindrada, o modelo e o sítio onde a mota vai dormir pesam no seguro. Um mediador do seu distrito explica-lhe o que conta antes de escolher, para não ter surpresas quando fizer a apólice.

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Ser contactado antes de comprar a minha mota

Diga-nos que mota tem em vista e para quando. O resto trata-se na conversa com o mediador.

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A minha mota fica na rua e preocupa-me o furto: essa cobertura pode ser acrescentada?

Deixe o contacto e um mediador do seu distrito, inscrito na ASF, responde-lhe. Um pedido, um único mediador — o seu contacto não segue para mais ninguém.

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